Por John Laramore, Rotary Club of South Ocean, Nassau, Bahamas
Ao longo dos anos, o Rotary ensinou‑me muitas coisas. Mas há uma lição que continua a destacar‑se: quando contribuímos para The Rotary Foundation, não estamos apenas a apoiar uma instituição. Estamos a criar a possibilidade de uma mudança real, visível e que salva vidas nas nossas comunidades.
Vi essa verdade de forma muito clara através do projeto do nosso Rotary Club of South Ocean, em Nassau, nas Bahamas.
Como responsável pela Fundação no meu clube e como futura coordenadora da Paul Harris Society no nosso distrito, estou ainda mais convencida de que a Fundação é uma das maiores forças do Rotary. Muitas pessoas ouvem falar de subsídios em teoria. Ouvem falar de doações, metas anuais e objetivos de angariação de fundos. Mas este projeto lembrou‑me que a Fundação não é abstrata. É prática. É local. E, por vezes, pode significar a diferença entre a vida e a morte.
Com um subsídio da Fundação e o apoio adicional do nosso clube e parceiros, conseguimos instalar um desfibrilhador automático externo no Acropolis Cafe, um local público movimentado onde funcionários e clientes passam agora a ter acesso a equipamento de emergência que pode salvar uma vida num momento crítico.
Isso importa.
As emergências cardíacas não esperam pelo momento ideal. Não perguntam se há ajuda por perto. Nesses momentos, a preparação importa. O acesso importa. A formação importa. E foi exatamente por isso que este projeto me tocou tão profundamente.
Este projeto não se tratou apenas de colocar uma máquina numa parede. Tratou‑se de estender o coração do Rotary à comunidade. Tratou‑se de afirmar que as pessoas que ali se reúnem, trabalham, comem e servem são importantes o suficiente para agirmos. Tratou‑se de usar os recursos da Fundação da forma como foram pensados: de forma responsável, estratégica e compassiva.
O que tornou o projeto ainda mais significativo para mim foi ver quantas mãos contribuíram para o concretizar. Líderes do clube, membros, parceiros, fornecedores e os proprietários do estabelecimento desempenharam todos um papel. Garantimos também que a instalação final ficou devidamente concluída, incluindo sinalização, detalhes técnicos e o passo seguinte: a formação da equipa. Esse é o Rotary em que acredito — não apenas escrever cheques, mas acompanhar até ao fim com excelência.
No meu futuro papel distrital, levarei esta lição comigo. A Paul Harris Society não é apenas sobre reconhecimento pela doação. É sobre convicção. É sobre escolher, ano após ano, investir numa Fundação que transforma generosidade em impacto mensurável. O nosso projeto foi um exemplo claro do que isso significa. O Rotary está no seu melhor quando serviço, responsabilidade e compaixão se unem.
Apoiem a nossa Rotary Foundation. Contem a sua história. Usem‑na bem. Porque, quando o fazemos, os subsídios tornam‑se projetos, os projetos tornam‑se impacto, e o impacto torna‑se uma tábua de salvação.
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